Fontes de tráfego pago: como gerar ROI ágil para a sua empresa?

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Saber quais são as principais fontes de tráfego pago e como utilizá-las é o primeiro passo para investir com segurança em anúncios e garantir retorno para a sua campanha.

Não é novidade que a Internet está repleta de marcas buscando por mais destaque perante o seu público. Para quem está começando, é possível conquistar a atenção da audiência de maneira orgânica, mas o processo é lento, complexo e por vezes oneroso.

As fontes de tráfego pago servem para que os anúncios cheguem diretamente aos seus públicos de interesse, por meio de investimentos em plataformas como o Google Ads e Facebooks Ads, entre outras.

Em campanhas de tráfego pago, você só paga por um anúncio se ele for clicado. Também é possível limitar o quanto é pago em um determinado período. Dessa forma, o pagamento se torna mais seguro, assertivo e ocorre apenas quando alguém se interessar pela sua marca!

Com as fontes de tráfego pago, seu negócio gera um ROI mais ágil e vantajoso.

A seguir, descubra as principais plataformas de anúncios pagos e entenda a importância de manter-se atualizado sobre os upgrades.

Qual é a relação entre o ROI e as fontes de tráfego pago?

Antes de explicar como as fontes de tráfego pago beneficiam o ROI das empresas, vamos abordar melhor esse conceito.

ROI é uma sigla em inglês para retorno sobre o investimento. Trata-se de uma métrica que descreve quanto um negócio lucrou a partir dos recursos investidos em determinada ação. É usado principalmente para vincular o desempenho de uma empresa aos seus investimentos em marketing digital.

Sendo assim, podemos dizer que as fontes de tráfego pago também são canais que demandam um acompanhamento frequente. Com eles, os gestores têm a certeza de que os investimentos feitos estão gerando resultados.

Já nas origens orgânicas de visitantes, são exigidas ações um pouco mais complexas para acompanhar o ROI, já que os resultados geralmente aparecem a médio e longo prazo.

No tráfego pago, é mais fácil controlar as informações e identificar os retornos garantidos em cada ação. Dessa forma, o cálculo do ROI pode ser feito de maneira muito mais ágil e praticamente imediata.

Isso é possível graças às plataformas de gerenciamento de mídias pagas, como o Google Ads, que fornecem os dados de modo preciso, organizado e em tempo real.

fontes de tráfego pago

Além disso, como já mencionamos, o valor só é pago efetivamente quando o seu anúncio passa por alguma interação com os usuários.

Com investimentos bem direcionados e precisos, passíveis de análise a qualquer hora, o ROI se torna mais rápido, podendo ser conferido sempre que necessário.

Agora que você já sabe qual é a relação entre as fontes de tráfego pago e um ROI mais ágil, confira quais são as principais plataformas de anúncios pagos disponíveis no mercado.

Quais as principais plataformas de anúncios pagos?

Para que você entenda melhor como as fontes de tráfego pago funcionam e qual é a sua influência sobre a análise do ROI, veja quais são as plataformas mais utilizadas:

1) Google Ads

O Google Ads é a fonte de tráfego pago mais popular da Internet. Ainda que o seu custo por clique possa ser alto, a plataforma oferece excelentes recompensas aos seus investidores.

Seu funcionamento é simples! Basta escolher a palavra-chave de interesse do seu público e fornecer lances para que o seu anúncio seja posicionado entre os primeiros resultados.

Também é possível realizar anúncios dinâmicos de busca. Com essa funcionalidade, as divulgações são personalizadas de acordo com o seu conteúdo e o que as pessoas mais pesquisam. Dessa forma, você evita alterações recorrentes na sua lista de palavras-chave.

O Google Ads também permite que os lances sejam segmentados por dispositivo, grupo demográfico ou área geográfica; e que as campanhas sejam redirecionadas para indivíduos que já foram engajados pelo site anteriormente.  

Lembre-se que, quanto mais bem segmentados forem os anúncios, maiores são as chances de sucesso de uma campanha.

fontes de tráfego pago

De acordo com o próprio Google, a sua rede de display atinge cerca de 90% dos usuários através da Internet em todo o mundo. A eficiência desses anúncios, porém, depende do seu conhecimento sobre o público e da sua escolha de palavras-chave.

Com isso em mente, realize testes a fim de descobrir quais são as peculiaridades da sua audiência que melhor se adequam aos objetivos da marca. Registre todas as alterações e detalhe quais padrões geram os melhores resultados.

2) Facebook, Instagram e YouTube Ads

Segundo o relatório Digital In 2019, o Facebook é a rede social mais usada por brasileiros, com 2,271 milhões de usuários ativos – seguido pelo YouTube, que possui 1,900 milhões.

O Instagram também merece destaque especial. Já que pertence ao Facebook, pode ter seus anúncios integrados a ele e possui cerca de 1,000 milhões de usuários no Brasil.

Não é exagero afirmar que o Facebook é fundamental para qualquer estratégica de tráfego pago. Suas opções são diversas, estão em constante transformação e incluem:

  • Segmentação por idade, local e interesses pessoais;
  • Possibilidades de veiculação de anúncios no próprio feed de notícias, no Instagram, Messenger ou Audience Network;
  • Uso de imagens, vídeos, textos, slides e coleções;
  • Campanhas estáticas ou dinâmicas, pequenas ou grandes;
  • Possibilidades de anúncios com links, retargeting automático, catálogos de produtos no próprio Facebook, etc.  
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Em poucas palavras, o Facebook permite que você atinja exatamente o público desejado da melhor maneira possível.

O YouTube Ads, por sua vez, se diferencia por atingir as taxas mais altas de visibilidade e audibilidade na Internet. Os métodos de segmentação são bem diversos, incluindo grupos demográficos, interesses, canais e listas de remarketing.

Assim como no Facebook, o YouTube permite que você atinja nichos de mercado, levando em conta os usuários, seus interesses e tipos de conteúdo favoritos.

Já seus formatos incluem vídeos bumper, in-stream, trueview, out-stram e masthead. As variáveis vão desde o tempo de exibição de um vídeo e se ele é pulável ou não, até sua localização no YouTube (ou fora dele), entre outros aspectos.

3) LinkedIn Ads

O LinkedIn Ads é a fonte de tráfego pago mais indicada para quem atua no mercado B2B, já que a rede é voltada para empresas e profissionais.

Com a plataforma, é possível segmentar os anúncios por contato ou conta, a partir de dados geográficos e demográficos, ou ainda por setor ou cargo em que os membros atuam.

Os anúncios do LinkedIn consistem em publicações patrocinadas no feed ou via InMail, que combinam textos e imagens.

De maneira semelhante ao Facebook, você pode fornecer um formulário de contato com preenchimento prévio. A diferença é a possibilidade de segmentação ainda mais precisa, de acordo com informações profissionais.

As suas taxas de rejeição também são mais baixas do que as redes sociais mais comuns. Dentro da plataforma, as pessoas assumem um perfil profissional, o que faz com que seu padrão de consumo de conteúdo seja mais atencioso e engajado.

Tudo isso torna o LinkedIn uma perfeita fonte de tráfego pago para anunciantes voltados a segmento B2B de alto valor agregado, bem como para instituições de ensino superior e até mesmo recrutadores.

A cobrança é feita em custos por cliques, e a desvantagem é que ela pode ser cara. As segmentações não custam menos de US$ 2 por clique e muitas passam dos US$ 4,50.

4) Native Ads

O Native Ads é uma fonte de tráfego pago na qual os anúncios são posicionados de forma que não atrapalhem a experiência dos usuários.

Esse tipo de plataforma se destaca por não ser intrusiva e direcionar melhor as pessoas. Ao contrário de banners ou modelos semelhantes, são oferecidos conteúdos úteis, alinhados às pretensões da marca.

O melhor exemplo são artigos em sites de notícias. Eles não afetam o conteúdo da página em si, mas fornecem indicações ao lado que direcionam os leitores para outros materiais.

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Apesar dos seus benefícios, o Native Ads não é recomendado para quem está começando a investir em marketing digital, pois exige orçamentos maiores.

Por estar diretamente ligado ao conteúdo e à maneira com que ele influencia o público, o mais indicado é que a ferramenta seja usada com o apoio de um especialista.

A principal função da publicidade nativa é aumentar o tráfego de um site e espalhar seu conteúdo em locais que já contam com o engajamento de pessoas.

Entre as plataformas de Native Ads mais conhecidas, destacam-se a Taboola (utilizada pelo Estadão, Terra e MSN) e Outbrain (que conta com revistas online, como Exame e Veja).

5) Media Buy

Media Buy é o termo que se refere à compra de mídias online. Isso inclui publicidades em blogs, sites de revistas, jornais, entre outros. Também é ligado à negociação dos valores e posições de cada peça do anunciante.

Seu preço pode variar muito de acordo com as particularidades de cada campanha, o modo de exibição e até o alcance regional ou nacional.

Nas aquisições, é considerado onde o anúncio será localizado na página, seu tamanho, em quantas páginas e por quantos dias ele será exibido, qual é o tráfego do site e as principais informações demográficas da sua audiência.

Quanto maior for a exposição garantida aos anunciantes, mais cara será a mídia adquirida no modelo Media Buy.

Depois de conferir quais são as principais fontes de tráfego pago e suas características mais marcantes, entenda a importância de manter-se constantemente atualizado!

Por que é importante manter-se atualizado sobre as fontes de tráfego pago?

Estar sempre atento às novas plataformas, tecnologias e algoritmos das fontes de tráfego pago é indispensável para garantir campanhas assertivas e de sucesso.

Tenha em mente que as mídias estão em constante transformação. Isso significa que as melhores práticas de cada plataforma podem se tornar obsoletas em pouco tempo.

Sabendo disso, otimize e teste as suas campanhas, verificando quais são as estratégias aplicáveis ao seu negócio para engajar a audiência e atingir os seus objetivos no mercado.

Não deixe também de testar diferentes mídias para seus anúncios e conferir quais são as redes mais usadas pelos usuários, determinando os canais mais relevantes.

Uma dica extra é: vá além das plataformas conhecidas e já utilizadas pela sua empresa! Redes menos popularizadas podem funcionar bem com seu nicho de atuação, enquanto outras tendem a crescer e ganhar mais relevância.

Lembre-se que a chave do sucesso está na atenção às métricas de desempenho de cada campanha. Ao ter clareza sobre suas as metas e pretensões, é possível conhecer o valor real que cada investimento pago gera para o seu negócio.

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Ao realizar sua divulgação com quem mais entende no assunto, você terá todo o apoio para determinar as melhores fontes de tráfego pago e orgânico, acompanhar seus resultados e destacar sua marca com eficiência e melhor custo-benefício.

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