Sua marca segue ou cria caminho?

Ao ler o título desta publicação você provavelmente pensou “ah, com certeza minha marca cria caminho”. Mas será mesmo? Para descobrir, é simples, basta responder:

Qual é o diferencial da sua marca no sentido de essência?
Qual é o conceito por trás da sua marca?
Que ideia você vende?

Se você enfrentou problemas para responder as dúvidas acima, pode ter certeza que seu negócio não terá o suficiente para crescer exponencialmente lá na frente, então é melhor começar a pensar nisso agora.

Criar um caminho é a melhor forma de vender qualquer coisa.

A Harley-Davidson vende estilo de vida, a Nike vende a ideia de que qualquer um pode ser um atleta

Duas marcas, cada uma com sua essência.

Não preciso dizer quantas outras seguiram o caminho criado por essas duas, não é mesmo?

Você não compra uma motocicleta. Você compra aventura, adrenalina, compra o direito de pilotar uma Harley-Davidson – pois só os aventureiros pilotam uma Harley.

Isso é um estilo de vida.

O mesmo vale para a Nike: ela não vende tênis ou artigos esportivos. Não. Muito mais do que isso. A Nike vende que qualquer um pode ser um atleta, ela ativa o espirito esportivo que estava dormindo dentro de você.

Inclusive, seu slogan já foi “Se você tem um corpo, você é um atleta”. Faz todo o sentido.

Deu para entender o que é a essência de marca?

É muito mais do que produtos ou serviços oferecidos pelo seu negócio. A essência é uma ideia. A ideia do que sua empresa significa, do que sua empresa vende.

A Apple vende criatividade, design e inovação. E você?

O consumidor dita caminhos. Qual é o estilo do seu?

Hoje o consumidor está no poder do consumo, e isto é irreversível: ou você aceita ou você estará perdendo oportunidades de negócio. O atual consumidor não perde mais tempo indo até lojas, ele simplesmente pesquisa pela internet antes de realizar suas compras.

Em outras palavras, você não está atrás de seus concorrentes e nem atrás da tecnologia.

Você está atrás do seu consumidor.

Este modelo de comportamento é chamado ZMOT e nós já escrevemos sobre isso.

Uma vez compreendido o poder do seu público, é preciso abrir ainda mais a cabeça para entendê-lo e identificá-lo – pensar como seu consumidor pensa, traçar seu perfil – possibilitando assim um relacionamento mais próximo, insights mais exatos e consequentemente maior conversão de vendas.

Branding + Marketing de Performance = Resultados

Assim como muitos donos de negócio erram ao ignorar completamente seu público-potencial e consumidor, outros apostam fichas em agências de publicidade com modelo de trabalho já defasado – e, obviamente, não obtém resultado algum.

Com “agência de publicidade com modelo de trabalho defasado” eu quero exemplificar qualquer tipo de agência que trabalha sem foco no resultado. O tradicional bonito pelo bonito.

Não preciso argumentar o quanto isto é péssimo para o mercado.

É ruim para quem contrata e desperdiça dinheiro que poderia estar convertendo em resultados, e ruim para quem leva a sério o marketing para ajudar o mercado.

No final, é ruim para todo mundo.

branding e performance

É por isso que chamamos a estratégia adotada pela Alaska como branding + performance:

Mais do que elevar o faturamento, comunicamos a essência de cada marca através de estratégias online com desempenho e fundamento. Com coragem e ousadia pode-se ir longe. Coragem para aprender, criar métodos estratégicos, buscar novas ferramentas, relacionar de forma íntima, sair da zona de conforto, estar sempre atrás de inovação e colocar a intensidade certa para o seu negócio.

O conhecimento é aliado do resultado, e sempre deverá ser.

Sua marca segue ou cria caminho?
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Sobre o Autor

Guilherme Lacerda
Guilherme Lacerda

Diretor da Alaska Marketing Digital e blogueiro nas horas vagas.
Sou apaixonado por dados, inovação e tecnologia, o que me faz além de um entusiasta, um Growth Hacking por natureza. :)

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