Transformação Digital: A era smart exige empresas inteligentes

Transformação Digital: A era smart exige empresas inteligentes

Uma equipe do Google trouxe ao conhecimento do marketing um novo termo: o ZMOT, Momento Zero da Verdade. Ele é a definição do comportamento pré-compra do consumidor.

O ZMOT é crucial para os negócios. ZMOT (ze-mot) é este momento, agora mesmo, em que você está lendo este artigo.

Você se viu diante de um problema ou de um desafio como, por exemplo, a expansão da empresa. O que você fez?

Você acessou a internet e buscou soluções.

Este artigo apareceu, e ele tem o intuito de te mostrar que a Transformação Digital é uma realidade da qual a sua empresa não pode fugir. E o artigo vai mais longe e diz, quase em alta voz:

Abrace esta transformação para salvar o seu negócio!

Graças à tecnologia da informação é possível se conectar com as experiências de muitas pessoas e extrair deste contato elementos que sustentam as decisões.

Você e seu cliente aprenderam um novo comportamento nas últimas décadas: vocês vasculham a internet antes de tomar qualquer decisão.

Você não escolhe assistir a um filme pela capa ou pela sinopse, você quer ver quantas estrelas ele tem no IMDB (Internet Movie Data Base).

Estudos mostram que grandes empresas do mundo devem fechar as portas porque não estão dando a devida atenção à Transformação Digital.

Parece que os negócios não estão se transformando na mesma velocidade do comportamento dos consumidores.

O que é uma empresa inteligente?

Em primeiro lugar, um fato: a tecnologia é o principal elemento presente na Transformação Digital que torna uma empresa inteligente.

Os recursos como computadores e tecnologia de ponta na produção do produto são apenas parte da questão.

transformação digital

A empresa inteligente faz uso dos recursos tecnológicos para desenvolver métodos melhores e mais ágeis de trabalho. Assim ela melhora os processos, reduzindo custos ao mesmo tempo em que oferece um produto mais adequado às necessidades do cliente.

Quase a totalidade da jornada do consumidor, até a decisão pela compra, é feita online, na internet. É o contato com conteúdo de qualidade e de relevância que faz da empresa uma opção para o cliente.

Acompanhar essa tendência não é mais uma escolha, é uma questão de sobrevivência.

Inteligência nos processos

Uma empresa inteligente caminha junto com o comportamento das pessoas.

Ela incorpora a tecnologia à cultura da empresa, e faz adaptações estruturais e metodológicas pensando no consumidor e no colaborador.

Isto é vital, existe hoje uma série de ferramentas que otimizam o trabalho. Elas integram diferentes setores e transformam a empresa em um todo.

A rigidez hierárquica e a departamentalização física saem de cena e dão lugar à cultura do conhecimento compartilhado.

O conhecimento é um recurso de todos os envolvidos na era digital. Do mesmo modo que o cliente vive a experiência do conhecimento nas redes sociais e na internet, os colaboradores precisam viver em um ambiente de interação entre si.

Compartilhar experiências com agilidade na comunicação é algo que a tecnologia já resolveu, e esta dinâmica é fundamental para as empresas.

Inteligência para melhorar a experiência do cliente

A Transformação Digital nas empresas precisa se preocupar, e muito, com a experiência do cliente.

E isso começa cedo, no ZMOT.

transformação digital

O cliente chega até os mecanismos de busca com um problema a ser resolvido. A tarefa da empresa é responder a estes questionamentos e dúvidas que o cliente possui.

O cliente procura alguém que o possa responder, e a resposta ideal precisa ser a da empresa!

É o seu conteúdo, é a sua presença na rede que vai transformar a experiência do cliente numa jornada que pode levar a um relacionamento de consumo.

Existe uma série de metodologias inteligentes que transformam a relação com o cliente em algo personalizado. As empresas inteligentes estão entendendo, por exemplo, que vendas e marketing precisam andar de mãos dadas, isso é um processo de integração.

Ao criar conteúdo que atrai, prende a atenção e gera envolvimento nos clientes, é possível conhecer o comportamento deste consumidor.

A partir dos dados coletados a empresa pode desenvolver uma abordagem personalizada para cada tipo de cliente.

Isso é Business Inteligence, é tratar os dados e os organizar com o intuito de criar as melhores abordagens, criar novos produtos, serviços e adaptações.

Quando a empresa oferece uma experiência única para o cliente ela o torna uma fonte de conhecimento para si, os clientes se tornam um recurso ainda mais precioso para a empresa.

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A análise do comportamento dos clientes na internet é uma das chaves para a Transformação Digital.

Uma experiência única é inesquecível, e ser inesquecível para o cliente é tudo que uma empresa pode desejar.

Negócios com inteligência para mudar

Os hábitos de consumo mudaram, isso já foi falado. O que precisa ficar claro é que os negócios precisam se reestruturar pensando nestes novos hábitos.

Os clientes se relacionam de maneiras diferentes, e o caminho para conquista-los é estar nos diversos canais onde os clientes estão. Adaptabilidade é a palavra.

A sociedade está em mudança, e para sobreviver os negócios precisam acompanhar a sociedade em suas novas formas de relação com os objetos de consumo.

E mais, uma nova estrutura de negócio pode significar a criação de novos produtos, ou a adaptação de produtos antigos para a realidade digital.

Um exemplo de Transformação Digital: A Rede Globo criou o Globo Play. A tecnologia não é novidade, o Netflix já explorou isso. Mas foi uma resposta necessária da Globo aos telespectadores que agora querem a programação on demand.

Boa parte deles não quer mais saber de ter que sentar na frente da TV exatamente às 08h para o início da novela.

Seu negócio precisa ser inteligente.

Transformação Digital e a quarta revolução industrial

A humanidade se transforma de acordo com o advento das novas tecnologias. Os registros históricos marcam a primeira revolução industrial em 1785, com o surgimento da tecnologia a vapor.

Em 1870 houve uma nova revolução com o surgimento da energia elétrica, muito mais eficaz para a produção industrial do que o vapor.

O ano de 1969 marcou a terceira revolução industrial com o surgimento da tecnologia da informação.

E é um erro pensar que esta foi a última.

Na verdade, estamos entrando na quarta revolução. As pessoas estão conectadas ao mundo digital como nunca antes.

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O universo físico está fundindo-se ao universo digital. E este é um caminho sem volta.

A humanidade está diante de um momento de profunda transformação. Conceitos sobre a integração entre o homem e a tecnologia estão presentes desde a década de 60, nos quadrinhos sobre os Ciborgues.

Em 1980 Danna Haraway escreveu o livro “Antropologia do Ciborgue”. Segundo a autora o Ciborgue é uma pessoa cuja existência está irremediavelmente constituída pela tecnologia digital.

O ser humano e a tecnologia se unificam numa nova forma de existir.

A imagem de pessoas conectadas o dia inteiro a seus smartphones parece corroborar a tese de Haraway, não?

Conhecimento e tecnologia estão ao alcance de todos. As pessoas aprendem o tempo todo, especialmente por meio de conteúdo de qualidade disponível na internet.

Os consumidores são smart, sabem o que querem e as empresas precisam acompanhar esta inteligência e agilidade proporcionadas pela tecnologia da informação.

As empresas precisam ser tão smart quanto seus clientes.  A sobrevivência delas depende da Transformação Digital.

Ignorar este fato é abraçar a obsolescência.

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Redator Alaska

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